terça-feira, 24 de março de 2009

Na luta contra a carrocracia

Ok, o ano já começou faz tempo até pra quem acha que ele só começa depois do carnaval.

Mas nesse espaço o ano acaba de começar. E escolhi como assunto principal, pelo menos até segunda ordem, a luta contra a carrocracia (o poder dos carros) que domina nossas áreas urbanas.



A escolha de viver em uma cidade mais agradável certamente passa pelas prioridades que escolhemos para nossos espaços públicos. E São Paulo, como várias outras cidades do país modela seus espaços para os carros. Pedestres, ciclistas, usuários de transporte público, crianças, deficientes, idosos, esportistas... Todos devem se render aos carros. Sair das ruas. Trancafiar-se em casa ou em condomínios, e comprar um ou mais carros. Só assim podem exigir prioridade, como fazem diariamente motoristas insanos, madames, playboys e outros tipos de pessoas habilitadas a dirigir e que possuem uma máquina de 2 toneladas para andar a velocidades por demais perigosas...

É hora de dar um basta. Vamos reocupar as ruas!



Como diz o companheiro de trincheira Bus, do cambaleante TKGEO:

Vamoquevamo que É tudo nosso!


obs: A charge é do Rafael Sica, o monstro do cartum silencioso!
obs2: A de sempre, clique na imagem que dá pra ver melhor.

Um comentário:

Renato Moura disse...

Como talvez já saiba sou um partidário do uso da bicicleta como meio de locomoção e não só diversão. Durante um período ia trabalhar usando este transporte mas com a mudança das minhas atividades passei a usar o carro, já que rodo em média 50, 60 kms por dia. Participo(amos) de um evento que acontece toda última sexta-feira do mês chamado "bicicletada".
A idéia inicial era fortalecer a integração do carro, ônibus e bicicletas, com espaço para todos mas ultimamente as atitudes dos participantes não tem sido tão democraticas, o que tem me afastado um pouco...
Bom, precisamos marcar um dia para umas pedaladas e/ou uma sinuquinha.
E mestrado não combina com modéstia, tenho certeza que o resultado foi mais que satisfatório.
Abraços, Renato