
Procura igualar suas falhas a dos outros ou diferenciá-las?

Afinal: De que lado você samba? De que lado você vai sambar?
Obs de sempre: clique na imagem que dá pra ver melhor.

Procura igualar suas falhas a dos outros ou diferenciá-las?

Afinal: De que lado você samba? De que lado você vai sambar?

E aí? De que lado você samba? De que lado você vai sambar?
Obs. de sempre: clique na imagem que dá pra ver melhor.
Pois bem, atualmente as empresas mais antenadas com esses avanços da cadeia produtiva tem percebido que um ambiente de trabalho acolhedor, uma boa assistência médica, salários minimamente decentes e até gastos com o lazer do funcionário são, antes de mais nada, investimentos em produtividade. Trabalhadores sadios e bem alimentados faltam menos; um local de trabalho bacana faz com que as horas-extras não sejam motivo de tanta reclamação, e principalmente, empregado que "veste a camisa" da empresa traz muito mais lucros para a mesma!


Bom fim de semana a todos.



Os números que envolvem a gigantesca empreitada variam muito, sempre de acordo com a posição que se tem do projeto. O número de beneficiados costuma variar entre 3 e 12 milhões de pessoas. O preço da obra oscila entre 4,5 bilhões de reais a 6 bilhões de dólares. Apesar disso, algumas considerações podem ser feitas.
O semi-árido tende a se transformar em pólo de fruticultura intensiva, provavelmente voltada para exportação, como as cidades de Petrolina e Juazeiro, as duas maiores cidades do semi-árido, ambas situadas na margem do rio. Assim, a economia da região deve crescer e desenvolver-se razoavelmente, melhorando a qualidade de vida da população local. Por outro lado, é igualmente provável que a agricultura familiar que existe na região desapareça, dando lugar aos grandes empreendimentos de fruticultura dos grandes beneficiados pelo projeto: os latifundiários do semi-árido.
Vale destacar também os possíveis problemas ambientais que a execução e a conclusão da obra podem trazer: assoreamento do rio; diminuição do número de peixes; e até a contaminação de lençóis freáticos por fertilizantes e pesticidas usados na agricultura.
Para uma maior diversificação dos argumentos e um pouco mais de profundidade na análise, recomendo a leitura de dois artigos, ambos publicados na Folha de S. Paulo em 2005. Esse é do então ministro Ciro Gomes que defende a transposição. E esse é de D. Luiz Cappio, o frei que fez greve de fome contra a transposição.
E, para ver uma animação do G1 sobre a transposição clique aqui
Como conversamos brevemente em sala de aula, a crise econômica deflagrada nos EUA tem sua origem no que os economistas tem chamado de bolha imobiliária. Para visualizar o tamanho da bolha, basta observar o gráfico (sampleado do blog do Sérgio Dávila) abaixo que mostra o crescimento do preço das casas norte americanas.
Esses valores insamente inchados (até leigos como nós podemos somos capazes de estranhar que um imóvel se valorize tanto em 17 anos...) eram a garantia que os bancos pediam para conceder empréstimos aos cidadãos norte-americanos, que usavam esse dinheiro para comprar um monte de coisas, inclusive mais casas.




obs. de sempre: clique nas imagens que dá para ver melhor.

Para rir um pouco da profissão repórter veja esse vídeo:

Repare que nesse (ótimo) mapa do geomundo muitas das vegetações que estudamos não são citadas e em seu lugar está "meio natural profundamente alterado pela ação humana", ou seja, não sobrou praticamente nada da vegetação original.
No mapa, ainda são citadas duas formações vegetais:
a tundra que durante a maior parte do ano permanece congelada, completamente coberta de neve. Por isso suas plantas, basicamente líquens (associação de fungos e algas) e algumas poucas herbáceas, tem pouco tempo para se desenvolver, formando uma vegetação esparsa que divide o cenário com lamaçais e rochas no curto período de “verão” (época em que a temperatura sobe e varia entre -6C e -10ºC);


A esquerda a tundra no "verão" à direita no inverno
e a taiga, vegetação pouco diversificada devido às baixas temperaturas registradas e
constituída sobretudo por coníferas (por isso também conhecida como Floresta de Coníferas) como o Abeto do Norte e pinheiro.
a vegetação mediterrânea, uma vegetação composta por pequenas árvores distanciadas uma das outras, mas quase totalmente destruída pela ação humana;
e as estepes, uma formação vegetal de planície sem árvores, composta basicamente por herbáceas, similar à pradaria, embora este último tipo de planície, que ocorrem em climas mais úmidos, contenha gramíneas mais altas, em relação a estepe.


A onda (neo)liberal que varreu o mundo a partir do final da década de 70, mas principalmente após a queda do muro de Berlim e do Consenso de Washington, fez com que os Estados diminuíssem seu tamanho e suas áreas de atuação. Segundo o credo liberal, quanto menos o Estado intervir na sociedade (e na economia mais especialmente) melhor. As pessoas livremente saberiam se organizar e resolver (a maior parte de) seus problemas. Em caso de necessidade, o Estado interviria. Para garantir a propriedade privada, a segurança dos cidadãos, e um ambiente econômico competitivo, por exemplo.
mais intervencionista, ou menos liberal. Isso, muitas vezes leva a situações onde o Estado não garante o que deveria garantir até seguindo o credo liberal (segurança dos cidadãos e do território, propriedade privada, etc.). Um bom exemplo é o que vem acontecendo na Amazônia onde as Ong's são muitas vezes mais presentes e atuantes do que o Estado (clique aqui para reportagem da Folha.)
Sabe qual o lugar do mundo que tem mais japoneses? O Japão, lógico. E depois? O Brasil.
Nos primeiros dez anos da imigração, aproximadamente quinze mil japoneses chegaram ao Brasil. Este número aumentou muito com o início da Primeira Guerra Mundial (1914-1918), pois os japoneses foram proibidos de emigrar para os Estados Unidos, e eram mal-tratados na Austrália e no Canadá (tradicionais destinos da população japonesa que estava emigrando em massa). Assim, o Brasil tornou-se um dos poucos países no mundo a aceitar imigrantes do Japão.
Apesar da atual cordialidade entre os dois países e povos, a história da imigração japonesa no Brasil não foi feita só de bons momentos.
horas exaustivas de trabalho e a um salário baixíssimo com dois agraventes: o preço da passagem era descontado no salário; e tudo o que o imigrante consumia deveria ser comprado na mão do fazendeiro. Em pouco tempo as dívidas se tornavam quase impagáveis, e o sonho de uma volta à terra natal com os bolsos cheios virava pesadelo.
Com o término da Segunda Guerra Mundial, as leis contrárias à imigração japonesas foram canceladas e o fluxo de imigrantes para o Brasil voltou a crescer. Neste período, além das lavouras, muitos japoneses buscavam as grandes cidades para trabalharem na
indústria, no comércio e no setor de serviços. Na população de origem nipônica já residente ocorre um grande êxodo rural. Os japoneses saem do campo e rumam para as cidades para concluir os estudos e melhorar de vida. A cidade de São Paulo torna-se, assim, a cidade com maior número de japoneses fora do Japão.
Foi com um certo alarde que a UE anunciou ontem a retirada total do embargo à Cuba. Vale ressaltar que ao contrário do embargo americano, a ação da UE não incuía boicote econômico, apenas restrições a viagens de autoridades européias a Cuba. A medida tem como objetivo formal estimular a abertura política do país, após a recente renúncia de Fidel Castro..jpg)

Vale lembrar que a Terra sofre com milhares de pequenos abalos sísmicos por ano, mas só algumas dezenas são sentidos por nós.